DICA DA ISABELA E DA VICTORIA
A Irmandade das Calças Viajantes
Autora: Ann Brashares. Editora: Rocco.
"Carmen, Bridget, Lena e Tibby são as protagonistas desta história que só acontece porque elas, pela primeira vez, vão passar as férias de verão separadas. Carmen vai a um brechó e compra uma calça meio desbotada, por menos de 3 dólares. Dias e dias se passaram até que a compradora da calça jeans resolve experimentá-la, enquanto suas amigas estão arrumando suas malas para a viagem. E a calça serviu direitinho. E assim também nas suas melhores amigas. E aí, o que você me diz disso? Não é que ficou perfeito? Aliás, a calça ficou perfeita em todas as quatro garotas! O livro inteiro é narrado em terceira pessoa, com uma linguagem não muito difícil, ou seja, você não precisa ler duas ou três vezes a mesma página. Além disso, o livro não tem nenhuma ilustração (sem contar que no começo de cada capítulo há um par de calças). Uma pena, pois poderia dar mais uma idéia ao texto. Mas também tem um lado bom, cada pessoa que lê o livro, pode imaginar a história de um jeito diferente. Ann Brashares, a autora, amante de calças jeans, guardou um par de calças da época do colégio. Esse é seu primeiro romance."
(Isabela Ferreira Quadros, 11 anos, Osasco-SP)
"Certa vez uma garota compra umas calças jeans por pouco mais de três dólares e não as usa. Passados alguns meses, em uma reunião de amigas em seu quarto, uma das garotas descobre as calças e as veste, depois as outras amigas, de diferentes tamanhos e fisionomias, as vestem e as calças servem em todas elas! Será que as calças eram de jeans com elástico? Não! As calças eram mágicas! O que será que acontece com quem as usa?
A Irmandade das Calças Viajantes, da americana Ann Brashares, conta a história de Carmen, a menina das calças, Tibby, Lena e Bridget. As garotas descobrem as calças e fundam a Irmandade das Calças Viajantes, um clubinho. No verão, cada uma vai viajar para um lugar, então elas combinam que têm que se corresponder e mandar as calças umas para as outras. A linguagem é ótima para se entender, mas a história é 'água com açúcar', pois quando alguém lê a sinopse acha que as garotas vivem grandes aventuras e quando lê o livro se desaponta."
(Victoria Bittencourt Salemi, 11 anos, São Paulo-SP)
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